segunda-feira, 7 de junho de 2010
Senna diz: "Posso ser campeão"
Webber renova com a Red Bull
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Circuito da Indy em São Paulo já está nomeado
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Nigel Mansell volta para as pistas pela Le Mans Series
Cinco carros brasileiros são eliminados do Rali Dakar 2010
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Massa volta a pilotar, mas Ferrari descarta retorno em 09
O piloto brasileiro voltou a correr em um F1 nesta segunda-feira, na pista de testes de Fiorano, depois de 79 dias após seu acidente nos treinos para o Grande Prêmio da Hungria. Deu algumas voltas pela manhã, e rodou mais 100 km pela tarde, utilizando o F2007, devido a restrição para testes com o modelo atual no meio da temporada, com pneus da GP2. Em entrevista, o brasileiro afirmou se sentir bem, e não haver mudança entre antes e após a colisão.
“Eu sabia que tudo estava 95% certo, mas depois de hoje eu posso cancelar até esse 5% de dúvida que eu ainda posso ter.”
Ressalta também que o tratamento deverá ser seguido, mostrando uma concordância com a decisão da Ferrari de retornar Felipe para as pistas apenas no próximo ano.
“Foi importante demonstrar para os que trabalham comigo que nada mudou, que eu posso ser competitivo e que posso contribuir para o que o novo carro será e para a briga pelo título do ano que vem.”
A equipe havia confirmado antes do teste do piloto que o retorno seria apenas em 2010. Exames realizados em Paris na sexta e no sábado mostraram que Massa estava pronto para retornar a pista de testes, mas a Ferrari não deseja apressar o retorno do brasileiro.
“Isto não é de modo algum uma sessão de testes apropriada e olhar para o cronômetro não estará na agenda. Haverá tempo de sobra para isso em 2010 quando, ao lado de Fernando Alonso, ele começará o trabalho de desenvolvimento do novo single-seater. É simplesmente uma oportunidade para Felipe renovar sua familiaridade com o seu ambiente natural, ou seja, a pista de corrida.”
domingo, 27 de setembro de 2009
Vitória inglesa: pontos para Hamilton e Button
O final de semana foi britânico na antiga colônia. Depois da escorregada em Monza, Hamilton queria a vitória com todas suas forças. Com a pole, Hamilton fez uma boa corrida, e soube levar a McLaren até a vitória com facilidade. Apesar de somar 10 pontos, Hamilton já está fora da disputa pelo campeonato mundial. Completando o pódio vieram Timo Glock, com uma ótima estratégia de pit stop da Toyota e um grande exemplo de pilotagem, e Fernando Alonso, na prova que hoje tanto atormenta a Renault.
O outro inglês, Jenson Button, líder e favorito ao título, largou na 11ª colocação (ganhando uma posição devido a punição de Heidfeld por estar abaixo do peso ao final dos treinos). Tudo parecia a favor de Barrichelo que, na largada, pulou de 9º para 7º colocado, e fazia boa corrida. Porém, uma batida entre Adrian Sutil e Nick Heidfeld levou o safety car para a pista, diminuindo a distância entre o brasileiro e seu companheiro de equipe. Rubinho parou antes do acidente, enquanto Jenson só parou durante a bandeira amarela, colocando mais combustível. A diferença só teve efeito na segunda rodada de pit stops. Assim, o inglês permaneceu colado em seus adversários, mas podendo rodar mais voltas, e rodar leve. Com o tempo ganho, Button conseguiu retornar de sua segunda parada a frente de Kovalainen e de Barrichello. Terminando a corrida na 5ª colocação, uma a frente do brasileiro, Button abre mais um ponto em direção ao título, ficando 15 pontos a frente de Rubinho. O inglês pode ser campeão já no próximo domingo, no GP do Japão. Basta marcar 5 pontos a mais que Barrichello em Suzuka.
Apesar do bom resultado de Vettel, que terminou na quarta posição, a noite também poderia ter sido melhor para a Red Bull Racing. Apesar de marcar 5 pontos, aproximando-se um ponto do líder do campeonato, Vettel poderia ter tido melhor resultado, mas sofreu uma punição por excesso de velocidade nos boxes. Além disso, Mark Webber, que já penava desde ser obrigado a devolver as posições conquistadas em uma manobra ousada na largada, ainda perdeu posições nos pit stops e acabou batendo após problemas com os freios de sua RBR.
Outro que teve uma corrida desperdiçada foi Rosberg, que largou em terceiro e rapidamente assumiu o segundo lugar. Porém, após seu primeiro pit stop, acabou cruzando a linha branca de saída dos boxes e precisaria fazer um drive through, justo quando o safety car entrou na pista. Poucas voltas após a saída do safety car o alemão pagou sua punição, caindo várias posições e acabando na 11ª colocação.
GP DE CINGAPURA DE 2009: RESULTADOS
1 L. Hamilton (ING) McLaren
2 T. Glock (ALE) Toyota
3 F. Alonso (ESP) Renault
4 S. Vettel (ALE) RBR
5 J. Button (ING) Brawn
6 R. Barrichello (BRA) Brawn
7 H. Kovalainen (FIN) McLaren
8 R. Kubica (POL) BMW Sauber
9 K. Nakajima (JAP) Williams
10 K. Raikkonen (FIN) Ferrari
11 N. Rosberg (ALE) Williams
12 J. Trulli (ITA) Toyota
13 G. Fisichella (ITA) Ferrari
14 V. Liuzzi (ITA) Force India
15 J. Alguersuari (ESP) STR
16 S. Buemi (SUI) STR
17 M. Webber (AUS) RBR
18 A. Sutil (ALE) Ferrari
19 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber
20 R. Grosjean (FRA) Renault
sábado, 26 de setembro de 2009
Hamilton faz a pole com batida de Barrichelllo no Q3
A pole do inglês veio exatamente 26 segundos antes do final do treino, quando uma batida do piloto brasileiro durante a segunda volta rápida interrompeu a última sessão dos treinos classificatórios. Com 1m 47.891s, a McLaren nº 1 conseguiu a pole sem a concorrência dos outros pilotos que ainda estavam fazendo a segunda volta quando a bandeira vermelha surgiu pelo acidente.
Os outros 8 pilotos que chegaram ao Q3 certamente ficaram decepcionados em não poder terminar as respectivas segundas voltas: Rosberg, que fez o melhor tempo da noite durante o Q2 com 1m 46.197s, havia cravado o melhor segundo terço, enquanto Vettel havia feito o melhor primeiro terço. Além disso, os outros pilotos ainda deveriam fazer mais uma volta, que não teve tempo de ocorrer com a batida.
Com 1m 48.204s Vettel completou a primeira fila, seguido pela Williams de Nico Rosberg, com 1m 48.348s. A sequência depois foi Webber, 1m 48.722s, Barrichello, 1m 48.828s, Alonso, 1m 49.054m, Glock, 1m 49.180s, Heidfeld, 1m 49.307s, Kubica, 1m 49.514s, e Kovalainen, 1m 49.778s.
Barrichello, porém, não ficará com a 5ª colocação. Devido a troca do câmbio ao final do último treino livre, ele perderá 5 posições em relação ao tempo dos treinos, ficando então na 10ª colocação.
Outros pilotos tiveram maus começos para o final de semana. Button decepcionou ao não conseguir chegar ao Q3, ficando apenas com a 12ª colocação, atrás da Williams de Nakajima. O japonês também não ficou feliz com o resultado, vendo seu companheiro de equipe largar na terceira posição e fazer o melhor tempo da noite. Raikonnen também não teve um bom resultado, largando em 13º, seguido pela Toro Rosso de Buemi e pela Toyota de Trulli. Completando o grid, Sutil, Alguersuari, Fisichella, que não se adaptou a Ferrari, Grosjean, e Liuzzi.
GRID DO GP DE CINGAPURA DE 2009
1 L. Hamilton (ING) McLaren 1m47s891
2 S. Vettel (ALE) RBR 1m48s204
3 N. Rosberg (ALE) Williams 1m48s348
4 M. Webber (AUS) RBR 1m48s722
5 F. Alonso (ESP) Renault 1m49s054
6 T. Glock (ALE) Toyota 1m49s180
7 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber 1m49s307
8 R. Kubica (POL) BMW Sauber 1m49s514
9 H. Kovalainen (FIN) McLaren 1m49s778
10 R. Barrichello (BRA) Brawn 1m48s828 (punido)
11 K. Nakajima (JAP) Williams 1m47s013
12 J. Button (ING) Brawn 1m47s141
13 K. Raikkonen (FIN) Ferrari 1m47s177
14 S. Buemi (SUI) STR 1m47s369
15 J. Trulli (ITA) Toyota 1m47s413
16 A. Sutil (ALE) Force India 1m48s231
17 J. Alguersuari (ESP) STR 1m48s340
18 G. Fisichella (ITA) Ferrari 1m48s350
19 R. Grosjean (FRA) Renault 1m48s544
20 V. Liuzzi (ITA) Force India 1m48s792
terça-feira, 21 de abril de 2009
The best football in the world!
Uma prova contundente disso é o fato de o Barcelona ser um intruso em meio à festa inglesa na Copa dos Campeões da Europa, que em sua fase seminal tem Arsenal, Manchester e Chelsea, além do time catalão. Competição essa que no ano passado já foi decidida por dois clubes ingleses, Manchester e Chelsea, sendo que o primeiro levou a melhor.
Mas não temos apenas provas concretas, como essa apresentada no parágrafo anterior, de que os clubes ingleses jogam hoje o melhor futebol do mundo. Na Inglaterra se tem jogado um futebol empolgante em todos os sentidos. Não bastasse aquele 4 X 4 fantástico entre Chelsea e Liverpool, ocorrido na semana passada, e as seminais emocionantes da copa da Inglaterra no último fim de semana, hoje ocorreu outro show fantástico, válido pela 33ª rodada do campeonato inglês. O que parecia impossível aconteceu novamente, mais um 4 X 4, desta vez entre Liverpool e Arsenal.
O jogo foi para o intervalo com os “Gunners” vencendo por uma a zero, com um primeiro tempo bom, mas com nada de excepcional, o show estava mesmo guardado para a segunda etapa. Com dez minutos do segundo tempo o Liverpool já havia virado a partida para dois a um. O que os “Reds” não esperavam é que o Arsenal voltaria à frente do placar pouco depois, três a dois para o time de Londres. Mas, novamente a alegria durou pouco, pois o Liverpool voltou a empatar. Porém aos 45 minutos do segundo tempo o Arsenal marcou seu quarto gol. E quando parecia que o Liverpool teria que amargar uma derrota em casa, novo empate, por volta dos 48 minutos. Destaque individual para o russo Arshavin, autor dos quatro gols do Arsenal. Fernando Torres e Benayoun, com dois gols cada, marcaram para o time da cidade dos Beatles.
Com o empate, o Manchester tem a chance de disparar na liderança, hoje nas mãos do Liverpool por critérios de desempate, mas com o time do craque Cristiano Ronaldo com dois jogos a menos. Porém, o que deve ser destacado hoje não é a tabela do campeonato, mas sim o show que os clubes dos pragmáticos inventores do futebol têm dado aos amantes desse apaixonante esporte.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
He’s going the distance/ He’s going for speed
A estreante Brawn GP fez história com seu BGP 001 e colocou mais um recorde na carreira do engenheiro Ross Brawn: desde 1977 não se via uma equipe vencer uma corrida em sua estréia, com a Wolf de Jody Scheckter. Mais: desde 54, não se via uma equipe fechar o primeiro e o segundo lugares de um GP, com as Mercedes de Fangio e Kling. Um orgulho para o projetista Jörg Zander, e um reconhecimento definitivo e total da força que é Ross Brawn na F-1. O BGP 001 ainda surpreende na asa dianteira, com a altura mínima da competição, a única equipe a ter essa proximidade com o solo logo na entrada do carro; nas entradas de ar pequenas e mais curtas; e na decisão de não utilizar o novo sistema KERS (Kinetic Energy Recovery Systems), o que melhora o equilíbrio e distribuição de peso do veículo.
Com os polêmicos difusores, acredita-se que a Brawn GP e as outras duas equipes chegavam a ganhar cerca de meio segundo por volta em relação aos rivais. Agora que esta diferença tende a se equiparar, pois nenhuma equipe pode se dar ao luxo de ficar sem essa alteração, resta saber se a genialidade de Ross Brawn vai além do uso inteligente da aerodinâmica, e o GP da China será decisivo para mostrar se o BGP 001 realmente é o fórmula do ano ou apenas o seu difusor.

